Ótima semana para todos!


Ótima semana para todos vocês!

A intenção é das melhores possíveis, apesar do "desgoverno" do Presidente Lula ou mais precisamente das medidas de "última hora" para "tapar buraco" dos rombos fiscais produzidos pela  equipe econômica e pelos ministros que compõe o Governo Lula.  


          Já estamos a adentrando ao 30º mês do terceiro mandado do Presidente Lula e não vemos nenhuma medida na área econômica que faça crer que o País está no caminho certo.   Pelo contrário, pelas medidas econômicas pontuais, mostram que o Brasil, a 10ª potência do mundo global, está à deriva, conforme o vento que sopra do oriente ou mais precisamente, da China.   Decorrido 18 meses do Governo, o Presidente Lula fez visita ao país do extremo oriente, a China, por duas vezes, enquanto, no mesmo período o Presidente Lula foi aos Estados Unidos, para abertura da Assembleia Geral da ONU, no período do Governo Biden, Democratas, conforme manda o "rito protocolar" que vem desde a criação da ONU em 1954, com a fala do então, ministro de Relações Exteriores do Brasil, Osvaldo Aranha, na condição de presidente das Nações Unidas em 1947.


             No front interno, o Presidente Lula e sua equipe econômica, neste mandato, não consegue o "equilíbrio" das contas públicas, desde o início do mandato, 2023, que acabou terminando o exercício fiscal com o "déficit primário" de R$ 43 bilhões.   A maior causa do "rombo fiscal" se deve ao inchaço da máquina pública, que passou de 23 ministérios do Governo anterior para 37 ministérios do Governo Lula.  O aumento de 14 ministérios foi para abrigar os "companheiros" da campanha presidencial da véspera. 


          O reflexo do "inchaço" da máquina pública e pelos gastos nas "áreas sociais" com programas de toda ordem, desde "bolsa família" aos diversos programas de "auxílios", que causam "reflexos" nas contas públicas.   Em tese, os diversos programas de "auxílios" que causam os "rombos fiscais" instransponíveis, causam os "déficits primários" seja eles os nomes que se queiram dar à "política fiscal" ou ao "arcabouço fiscal". A simples mudança de denominação à política das contas públicas do Governo federal, não muda a natureza e nem os valores dos "gastos públicos".   


           Infelizmente, nós contribuintes é que respondemos ou cobrimos os gastos públicos qualquer que seja o nome que se queira dar de "política fiscal" ou "arcabouço fiscal".   Ainda há setores da imprensa brasileira que a solução do País está no "arcabouço fiscal" do Fernando Haddad, como se a simples mudanças de denominação pudesse resolver a situação do País.  A última tentativa do ministro Fernando Haddad é taxação de IOF sobre operações em moeda estrangeira, o dólar americano, que afeta todo o setor produtivo da economia, direta ou indiretamente.   


           Infelizmente, os menos avisados, os apoiadores do Presidente Lula, acham que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad é o máximo em "teorias econômicas" com seu "arcabouço fiscal".   Enfim, cada país tem o seu "barbudo ignorante", querendo ditar as regras consagradas da macroeconomia para os seus fieis séquitos de seguidores, tão ignorantes quanto aos autores dos "arcabouços fiscais". 


PS:  A última notícia é que os Estados Unidos vão taxar tarifa de importação de aço brasileiro em 50%.  


            Ossami Sakamori        

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