Simplesmente, professora Lygia Maria

 


Todas manhãs, a primeira coisa que eu faço é acessar às matérias sobre macroeconomia, nas quais tenho alguma familiaridade, com intensão de transmitir, através deste blog, no espaço cedido gratuitamente pelo portal Google.   Já se vão mais de 12 anos, tentando transmitir assuntos que envolvem "macroeconomia", aos quais eu tenho alguma familiaridade.   


             A imagem do topo desta página é da professora Lygia Maria, mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-Sp.   Para não distorcer a escrita da professora, a quem credito toda ideia e "assino embaixo" na sua íntegra.   Escreveu a professora no tradicional jornal Folha de São Paulo, baluarte, também, na história política do País, juntamente com o, também, lendário "Estadão".  


            Escreveu a jornalista catarinense:  

          No mais recente escândalo envolvendo o partido, milhões de reais foram roubados de brasileiros por meio do INSS, que autorizou descontos em benefícios previdenciários para sindicatos e outras entidades que alegam prestar serviços aos associados.   

        Continua a jornalista:  O governo e a militância petista logo transferiram a culpa pela fraude descomunal para gestões da oposição anteriores. Essa falácia, porém, é derrubada pela realidade dos números.

     Há indícios de que os descontos começaram sob Michel Temer, MDB.  Mas, se o montante rondava R$ 413 milhões em 2016, e com Jair Bolsonaro (PL) chegou a R$ 706 milhões, sob Lula saltou para R$ 2,6 bilhões em 2024.  

           Quando está no poder, o PT nunca sabe de nada e acaba sendo culpado injustamente. É o eterno retorno da ignorância "vitimista" (sic), alegada nos escândalos do Mensalão e da Lava Jato.

           

           O "crédito" da matéria é da jornalista e professora Lygia Maria (foto da página) e do tradicional e combatido jornal  Folha de São Paulo .    Ainda bem que a imprensa brasileira, "ainda" (sic) é livre no País, "desde que", não precise de "verbas oficiais" para a sua manutenção e sobrevivência.   


            Ossami Sakamori        


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