Brasil é China


Nunca se viu tanta oportunidade de pessoas comuns, como este que aqui escreve, tornarem-se milionários em R$ (real) ou em US$ (dólares).   Não, não é "sonho de verão" de um "japonês louco da cabeça".   A constatação se baseia em fatos concretos, olhando para "competição" de duas maiores economias do mundo, os Estados Unidos e a China.   O Brasil poderá ou não "aproveitar" o novo  contexto econômico global para ser um "player" importante no comércio global.   Eu disse, que o País "poderá ou não" aproveitar o promissor momento econômico global.  O bonde da história poderá não passar novamente!


          Os principais atores desta "nova cena", o de crescimento global, não poderia ser senão para as duas maiores economias do mundo, os Estados Unidos e China, que juntos representam mais de 50% do PIB mundial.   As coisas estão a acontecer de maneira sutil, sem alarde, senão pela aparente "guerra tarifária" entre as duas maiores potências econômicas do mundo.  Para leigos em macroeconomia, a disputa comercial entre os Estados Unidos e a China, poderia causar o efeito esperado de "estagnação" na economia global.   Ledo engano!   A guerra tarifária entre as maiores potências será o "divisor de água" entre o passado e o futuro, a economia global crescerá muito mais do que dantes crise tarifária.


          Enquanto países como o Brasil, tentam "não entrar" no "redemoinho" de incerteza (sic), se associando "prematuramente" a um lado da economia global, a China, os países do Primeiro Mundo, estão "apostando" nas sobras do mercado de capitais e de mercadorias em disputa entre as duas potências.  Enquanto, os países do Terceiro Mundo como o Brasil, tentam "se encostar" na segunda maior planeta do mundo, a China, por falta de visão global do mundo, mais do que pela "afinidade ideológica", muito comum no século passado.


           Faz bem, o presidente norte americano em não escolher parceiro comercial, nem mesmo a China ou a Rússia com "ideologia" contrárias à sua história e aos costumes que vem desde a época da colonização,  desbravados que foram pela Inglaterra, com estabelecimento de colônias, que mais tarde foram as bases para a formação dos Estados Unidos.   Como se sabe, o Brasil foi colonizado pelos portugueses e em algum momento pela mesma Inglaterra, onde deixou marcas indeléveis como as antigas ferrovias, em uso, até os dias de hoje.


             Dentro deste contexto global, que o Brasil do Presidente Lula, faz aproximação e parceria com a China, a segunda maior economia do planeta, "desprezando" a "conversação" com a maior economia do Planeta, os Estados Unidos.  O Presidente Lula, todos sabem, "ainda", não cumprimentou "formalmente" o presidente Donald Trump pela ascensão ao poder no último janeiro, numa completa descortesia e falta ao protocolo diplomático.  


           Num mundo global como é nos dias de hoje, misturar a "ideologia política" com os "costumes comerciais", vigente desde a "rota de seda" aos dias atuais, é uma postura que, poderão trazer consequências econômicas e financeiras intransponíveis para o País.  Enquanto isso, a preocupação maior do Presidente Lula é aprender com os chineses, o "controle das mídias sociais", o último bastião do povo brasileiro.


           Ossami Sakamori        


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