Brasil, um País equivocado
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Amanheci um pouco triste e ao mesmo tempo contrariado com a atual situação do País. Sinto que há um divisor de "oceano" entre as pessoas que seguem os pensamentos sobre a "administração pública" ou melhor dizendo, sobre o "dinheiro público". Em resumo, podemos dizer que o "dinheiro público", denominado de "orçamento fiscal", de cada nação, seja ela um país "liberal" ou "socialista" é mal empregado. E, tem muita gente "analfabeta" em macroeconomia que vendem a imagem do Brasil como se fosse uma situação ou outra, sem a menor noção do que está falando. O problema do País não está em questão ideológica, de "direita" ou de "esquerda". O problema do Brasil é de ter ou não "governantes competentes" que levem o o Brasil a uma situação de "se enquadrar" como um país do Primeiro Mundo. Sinto que falta muito para chegar lá !
Não tenho medo de errar ao dizer e tenho convicção de que penso, como um "liberal" em teorias "macroeconômicas". O ponto de partida para as "teorias macroeconômicas" é o modo de pensar "neoliberal" ou "liberal" dos governantes, excluindo os países "socialistas", onde as regras da macroeconomia se baseiam na "vontade" dos "mandantes de plantões". Qualquer semelhança da situação do País é mera coincidência. A economia liberal, a mais antiga do planeta foi desenhado pelo filósofo e economista escocês, Adam Smith (1723-1790). O professor escocês é considerado o "pai da economia moderna" e é considerado o mais importante teórico do "liberalismo econômico".
As demais teorias são adaptações das teorias "neoliberais" do Jonh Keynes, economista britânico e membro do Partido Liberal, que à sua época, os seus pensamentos mudaram fundamentalmente a teoria macroeconômica, bem como as "políticas econômicas" dos governos do ocidente, em especial. Outro pensamento da "macroeconomia" foi concebido pelo professor Milton Friedman (1912 - 2006), economista americano que recebeu o Prêmio Nobel de Ciências Econômicas em 1976. O professor Friedman foi um dos líderes intelectuais da "escola de Chicago", foi professor da Universidade de Chicago, fortemente baseado no conceito de "expectativas racionais".
Vários jovens estudantes e professores foram recrutados e orientados pelo professor Milton Friedman, que se tornaram economistas de destaque, entre os quais ocuparam, também, posições no governo da ditadura Pinochet no Chile. Destaca-se, também, a equipe econômica do governos do republicano Reagan dos Estados Unidos, de 1981 a 1988, em que a sua gestão ficou conhecido como período de "desregulamentação da economia americana", promovendo um crescimento econômico sustentável que marcou a época.
Feito a ressalva necessária, este que escreve sobre a "macroeconomia", apesar de ser apenas engenheiro civil, com formação em "ciências exatas", sigo e defendo a "teoria liberal" do professor Milton Friedman, emérito professor da Universidade de Chicago. Não sigo nenhuma teoria dos economistas brasileiros de plantões, que "se acham" inventores de uma nova teoria macroeconômica, baseado em "endividamento público" denominado de "arcabouço fiscal", um conjunto de regras para "burlar" as já consagradas teorias "macroeconômicas" seguidas pelos governos democráticos do mundo global. Há quem acredite que a teoria econômica que "guia" os países socialistas ou comunistas, é o "modelo ideal" para ser adotado no Brasil. É opinião do atual Governo, o do Presidente Lula.
Mesmo não querendo atribuir nomes aos responsáveis pela política econômica ou ausência dela, as teorias macroeconômicas vigentes, as notas de crédito do Brasil, por si só refletem o quão atrasado estamos em relação do País aos dos desenvolvidos do Ocidente. Disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como um "futurólogo", que o Brasil "está pronto" para recuperar o "grau de investimento" até 2026. Isto é, significa que o País terá que atravessar, ainda, um "oceano de dificuldades" para chegar ao "porto seguro", em matéria de credibilidade externa.
Ossami Sakamori

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