Vamos ao trabalho, minha gente!
Enquanto a economia brasileira está paralisada e sem indicação do rumo a seguir, passado dois primeiros meses do ano de 2025, em "passos sonolentos", sem ainda a apreciação dos anexos do Orçamento fiscal de 2025, pelo Congresso Nacional, com discussão em torno do "preço da picanha" pelo Presidente Lula, as maiores potência do mundo, a China e Estados Unidos estabelecem suas metas ousadas para o ano de 2025. A atenção da população brasileira e do Governo voltam-se às passarelas onde se expõe a população, as escolas de samba se exibindo cada vez mais a "nudez" das "madrinhas" de escolas. Nada contra as exibições que, de certa forma, movimenta as economias locais.
No plano internacional, a República Popular da China ou simplesmente China, abriu nesta quarta-feira, dia 5, o que correspondeu a noite de ontem no Brasil, com a definição da meta de crescimento do PIB para 2025 em "cerca de 5%", a mesma meta que foi estabelecido para o ano precedente, o de 2024. A decisão de repetir a meta de 5%, indica confiança na economia, apesar das pressões americanas pela imposição de tarifarias sobre importações. Lembrando que a China é maior comprador de commodities do Brasil, sobretudo de minério de ferro e de produtos agrícolas, em grãos. Ao mesmo tempo, o Brasil é importador de veículos automotores populares da China.
Hoje, de madrugada no Brasil, o Presidente Trump, fez o balanço do primeiro mes de sua gestão como Presidente da República, da maior economia do mundo, ocupando cerca de 1/3 de tudo que se movimenta no mundo global. Chamou atenção, entre outros gestos, a afirmação de que os Estados Unidos gastaram mais do que a Europa com a guerra da Ucrânia (sic) e nada recebeu em troca deste apoio, que segundo ele, em outras ocasiões afirmou ter gasto cerca de US$ 350 bilhões em ajuda militar, via OTAN e ajuda financeira que foi desembolsado pelo Tesouro americano. O valor corresponde a aproximadamente, o Orçamento federal do Brasil para o ano todo.
Enquanto isto tudo acontece no mundo global, o Presidente Lula, mostra-se preocupado com o preço da "picanha", que está demorando a chegar na mesa do trabalhador brasileiro, num total falta de sensibilidade política. Há muito tempo que a população de baixa renda tem suas necessidades básicas para a sobrevivência atendidas em sua plenitude. O "carnaval" é a única motivação para as classes mais pobres do País, que se presta a, momentaneamente, "esquecer" as dificuldades naturais da sobrevivência, assistindo os passos da bela Luma de Oliveira.
Hoje é "quarta-feira de cinzas", como é conhecido pela população brasileira, servindo como um "marco" do início do "ano produtivo". Vamos ao trabalho, minha gente, que vem comboio de trem atrás!
Ossami Sakamori

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