Posição do Brasil no conflito entre Ucrânia e Rússia.
Com o pronunciamento do Presidente Lula sobre o último encontro entre presidente ucraniano e presidente americano, encerro comentários sobre o conflito bélico entre Rússia e Ucrânia, que completou no último dia 24 de fevereiro, o terceiro aniversário. O presidente americano conseguiu convencer o presidente russo, em dar trégua sobre o seu projeto de expansão territorial sobre a Ucrânia. Isto tudo, foi exaustivamente comentado neste espaço, durante todo o período, culminando com a última reunião entre presidente ucraniano e presidente americano, que terminou, literalmente, em "bate boca", em baixíssimo nível, sobretudo por parte do presidente Zelensky em ver a negativa da continuidade de apoio financeiro que vinha recebendo do governo Biden, a cada visita a Casa Branca. Lembrando que os Estados Unidos, já enviou em armamentos e ajuda financeira para Ucrânia em US$ 350 bilhões, segundo governo americano.
Ontem, ainda, o primeiro ministro do Reino Unido, garantiu a contribuição de US$ 2,7 bilhões e um cumprimento informal do presidente Zelensky ao Rei Charles III do Reino Unido. A outra notícia é de que a União Europeia, não mais continuará com a contribuição ao presidente Zelensky, em razão do "cessar fogo" por parte do presidente Putin. Militarmente, a União Europeia contava, até então, com ajuda econômica e financeiro dos Estados Unidos, para manter a OTAN, braço armado dos Estados Unidos desde o término da Segunda Guerra Mundial em 1946.
Faltava, ainda, para os meus comentários a posição do Presidente Lula sobre os últimos episódios do conflito entre dois países. Anteriormente, o Brasil rejeitou o envio de mísseis de origem americana para a Ucrânia, para "ficar de fora" do conflito entre a Rússia e Ucrânia. O Presidente Lula, em várias oportunidades, "se ofereceu" para intermediar a conciliação entre os dois países, o que acabou acontecendo, fato conseguido com a interferência direta do presidente Trump, nestes primeiros dias do seu mandato.
O Presidente Lula, em descompasso com os americanos e europeus, "criticou a postura" do presidente Trump, sobretudo na reunião que ocorrera na Casa Branca, com agressões verbais entre as partes, sobretudo, em função da "negativa" de apoio financeiro e militar, via OTAN ao presidente Zelensky. No entanto, o Presidente brasileiro, nada comentou sobre taxação de tarifas extraordinários de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre aço e alumínio e mais recente, sobre "etanol" de origem brasileira. O normal seria que o Brasil apresentasse "contra medida", taxando algum ou alguns produtos de origem americana importados pelo País. O Brasil está perdendo o "timing" próprio para este tipo de situação. Enfim, o Brasil "via de regra" corre atrás do prejuízo, com atraso típico de um "indolente", deste e dos governos antecedentes.
Para todos que estão presentes neste espaço de comentários, hoje, um belíssimo Carnaval junto aos familiares e amigos!!!
Ossami Sakamori

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