Mercosul, a última esperança?

 

Hoje, dia 12 de dezembro, faltando poucos dias para terminar o ano de 2024, o Congresso Nacional, Senado Federal e Câmara dos Deputados, finalizam a regulamentação do IVA - o imposto do Valor Agregado a ser implementado, gradativamente, nos próximos anos.  Está, também, em apreciação o "pacote fiscal" do ministro Fernando Haddad, que tenta "flexibilizar" a "política fiscal" do Governo federal.  Tão importante, quanto demais medidas, é a aprovação pelo Congresso Nacional, a LDO - Lei de Diretrizes Orçamentários do exercício do próximo ano, 2025.   Tudo isto, deverá ocorrer até o dia 31 deste mês, contando com o intervalo para festa do Natal.   Ufa!  

            Hoje, o Presidente Lula estará sendo submetido à segunda cirurgia para "correção" da retirada de coágulo, feita na madrugada de terça-feira.  Segundo o médico responsável pela saúde do Presidente, a cirurgia é "simples" e de "baixo risco".   Vamos torcer que tudo termine bem.   Até a recuperação total, o "dia a dia" do Palácio do Planalto está sendo "tocado" pelo Vice Presidente, Geraldo Alckmin.   A agenda do Planalto, prevê, hoje, a reunião do Conselho de Desenvolvimento Social Sustentável, que reúne os representantes de diversos segmentos produtivos do País.  

              No meio destas medidas e fatos deste final do ano, o setor produtivo brasileiro, está otimista com o Acordo Mercosul - União Europeia, a ser homologado pela Comissão Europeia, que corresponde ao Parlamento do conjunto  de países membros, nos próximos meses.   É dado como certa a aprovação da minuta do Acordo.  No entanto, até que o comércio internacional entre os países, tenha a fluidez imaginado pelo empresariado brasileiro, ainda há "crivo" de "barreiras sanitárias" ao critério de cada país membro.  Nada é fácil no mundo de negócios, onde os interesses das partes falam mais alto do que os "interesses políticos" das partes envolvidas.  

            Para quem acompanha a história do País, isto tudo, parece a repetição dos acontecimentos político-econômicos das últimas décadas, como que as velhas imagens repetidas de "películas" da história contemporânea brasileira.  Só muda as personagens, porém os "cacoetes" são os mesmos, repetidamente, para a falta de sorte do povo brasileiro.

             Ossami Sakamori

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