Brasil na contra mão do mundo !


Em respeito e pela complexidade da União Europeia, formada, uma grande parte, aliados da OTAN, o braço armado dos Estados Unidos na Europa, o presidente Donald Trump, foi "passar férias" na Escócia, parte do Reino Unido, aliado estratégico militar e comercial de longa data dos americanos desde II Guerra Mundial.


           O objetivo, do presidente americano, foi de terminar de fazer o acordo entre o bloco europeu e os Estados Unidos, sobre a tarifa de importação dos produtos europeus ao país do Novo Mundo.   Anteriormente, o presidente Trump já recebeu o Primeiro ministro alemão na Casa Branca.    Afinal, na undécima hora, o acordo de tarifa de importação dos produtos europeus, que vai de veículos aos perfumes e cosméticos, passando pelos renomados materiais esportivos, foram fechados em 15% além do investimento europeu nos Estados Unidos em nível de US$ 600 bilhões, acima dos investimentos japoneses prometidos em US$ 550 bilhões.


           É dentro deste quadro, que o Brasil com tarifa de importação imposta de 50% para os produtos brasileiros, menos aos aços e alumínios planos.    O governo brasileiro, com sucessivas "atrapalhadas", entre os quais discurso inflamado do Presidente Lula contra os Estados Unidos, com uso de palavras de "baixo calão" contra o presidente americano, "inapropriado" para quem deseja fazer um bom "acordo tarifário", para atender a demanda dos empresários do setor produtivo brasileiro, que vai do mel de abelha aos produtos agropecuários, como álcool, carnes bovinas aos abacates, produzidos especialmente para os consumidores norte americanos.   


            Diante do quadro descrito, num total falta de diplomacia, com o "xingamento" ao presidente americano, para satisfazer a sua "plateia de seguidores", o que vem conseguindo em alguma escala, caminhando "contra" os interesses do setor produtivo brasileiro, deixando-o numa situação de "sem pai e sem mãe".     Ontem mesmo, lá da Escócia, o presidente Trump declarou que a tarifa de importação aos produtos brasileiros em 50% será implementada no próximo dia 1º de agosto, com exceção de aços e alumínios planos.   No episódio, sobre tarifa de importação imposto pelo presidente Donald Trump aos produtos brasileiros, o "esforço" alegado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin em telefonema de "uma hora" para o secretário de comércio dos Estados Unidos, na minha modesta opinião, teve "relevância secundária", diante da relevância do contexto.  A situação lembra um condômino tentar resolver assunto de relevância num condomínio com o "porteiro de plantão".        


            Para Presidente Lula, a manutenção da tarifa de 50%, é tudo que ele quer, ao contrário do que possa imaginar.   Estava faltando ao presidente brasileiro, motivação para colocar os Estados Unidos como inimigo do Brasil, motivando o estreitamento cada vez mais, o Brasil da China do Xi Jinping.   O Brasil, também, na "contra mão do mundo democrático", está alinhado com o regime de força do Irã.   


          A pergunta que fica é: "se o povo brasileiro autorizou" o Presidente Lula ao alinhamento político com os países de regime não tão democráticos em contraposição aos países e blocos de países do mundo democrático, como os Estados Unidos, União Europeia e dos nossos vizinhos, a Argentina e Paraguai.    Infelizmente, o Brasil se "isola" do "mundo democrático", fugindo a tradição do povo brasileiro, mesmo que para isso tenha que pagar o "preço alto", como é a tarifa de importação dos Estados Unidos, a mais alta dentre os países que mantém relações comerciais com a maior potência global.   


           Que cada um de nós, devamos refletir sobre as atitudes "impensadas" do Presidente Lula, antes de considerar como o "algoz", o presidente Donald Trump.   Ele está defendendo os interesses do povo americano, tentando cobrir o seu pernicioso "déficit primário", que vem enfraquecendo o "poder de compra" do povo americano e simultaneamente, o dólar americano, US$.   Enquanto isso, o Presidente Lula não consegue equilibrar as contas do seu Governo,  com sucessivos "déficits primários", faz crítica à política econômica da maior potência do planeta.    


        Resumindo: o Brasil é governado por incompetentes, Presidente Lula e pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.    Haja coração para assistir situação como esta última, a da tarifa de importação dos Estados Unidos, que serve de anteparo para justificar as suas incompetências.     


           Ossami Sakamori  

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